Uma iguaria da culinária francesa, pouco conhecida na gastronomia trivial e cotidiana , mas que vale a pena experimentar. É o resultado da combinação harmoniosa da água do mar com o sol e o vento. Seus grãos irregulares de textura crocante e sabor delicado encanta quem os prova. Usado como condimento na finalização de pratos, o fino ingrediente é produzido artesanalmente pelas mãos cuidadosas dos PALUDIERS, profissionais que, seguindo uma tradição celta milenar, colhem os cristais antes que ele se precipitem nas salinas. Para nossa sorte, há um tempo já está sendo produzido no Brasil, mas especificamente em Mossoró, Rio Grande do Norte. Para produzir 1 kilo da iguaria são necessários 80kilos de sal marinho bruto, devido a sua produção totalmente manual e natural. O salineiro é alimentado pela água do mar que adentra o rio quando a maré enche e é bombeada para grandes piscinas a céus aberto, diferente do sal comum, que é cristalizados e retirado em blocos de 20 centímetros, para ser colhido mecanicamente. A flor de sal é extraída todas as tarde por dois funcionários treinados como paludiers. Na frança a colheita é mais limitada, somente no verão que dura cerca de 3 meses, já aqui, a operação se estende por oito a nove meses. ”Ela é varrida da superfície da água como se fosse a nata que flutua no leite fervido”, justamente por esse contato com a água salgada que torna a flor de sal rica em nutrientes como potássio, magnésio, ferro e cálcio. Quem ainda não provou, vale a experiência!

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